.

.

About

Espetáculos Anteriores

Posted by Nóis de Teatro On 11:38 No comments


Já fazia um tempo que o Nóis de Teatro mantinha contato com assentamentos rurais, através da circulação de espetáculos e residências artísticas, então, em 2010, resolvemos investir nesse processo. “Sertão.doc” surge como um marco na nossa história, no sentido do surgimento de outras perspectivas estéticas, poéticas e de pesquisa. Através do que chamamos de “Teatro Documentário”, o espetáculo trata das modernas questões que envolvem a sociedade campesina brasileira, discutindo pontos importantes acerca da questão da terra e da reforma agrária, desde o latifúndio e a perseguição política até o agronegócio, a revolução verde e a moderna reflexão sobre agroecologia.

TEXTO Criação Coletiva | DIREÇÃO Murillo Ramos | ELENCO Altemar Di Monteiro, Murillo Ramos, Bruno Sodré e Kelly Enne Saldanha | SONOPLASTIA Jefferson Saldanha e Dario Oliveira | CONTRAREGRAGEM Henrique Gonzaga
FICHA TÉCNICA

O que mata é o costume!” surge de um longo período de pesquisas e experiências do Nóis de Teatro, aliado à inquietude perante o grande costume do teatro de rua tradicional.

Baseado em conto japonês e escrito por Brecht em 1930, o texto, apesar de antigo, possui uma temática atual e a adaptação do grupo pretende trazer o conto japonês para a nossa época. A peça fala sobre a importância da reflexão e de como o ser humano se comporta diante de determinadas situações. Com direção de Altemar di Monteiro, o espetáculo parte de um processo colaborativo que experimenta a fusão de elementos do Teatro Épico, do Teatro do Oprimido, da performance e do Teatro Pós-Dramático, numa cena eletro-tecno-dance que utiliza do universo da musica eletrônica e a descontinuidade como recurso cênico para o debate dialético acerca dos temas apresentados.

FICHA TÉCNICA

TEXTO Criação Coletiva / Livremente inspirado em “Aquele que diz sim, Aquele que diz não”, de Bertolt Brecht | DIREÇÃO  Altemar Di Monteiro | ELENCO PRIMEIRO ATO  Kelly Enne Saldanha, Dorotéia Ferreira, Amanda Freire e Henrique Gonzaga| ELENCO SEGUNDO ATO  Érika Peixoto, Nayana Santos, Hylnara Anny e Edna Freire | DJ Jefferson Saldanha | CAMERAMAN Bruno Sodré | VJ Altemar di Monteiro | FIGURINOS Altemar di Monteiro e Valne Lima | CONFECÇÃO DE FIGURINOS Dona Mazé | VÍDEOS Altemar di Monteiro / fonte: youtube.com | CENOGRAFIAMAQUIAGEM E ADEREÇOS O grupo | FOTOGRAFIA Duda Lemos | FLASHMOB Wesley Crisóstomo | TESOURARIA Kelly Enne Saldanha e Aquiles Santos | PRODUÇÃO Altemar di Monteiro | REALIZAÇÃO Nóis de Teatro




Matias, Catarina e Manuel contam e encenam "causos" retratados em literatura de cordel. Os personagens são andantes do interior do Ceará que vivem de terreiro em terreiro contando histórias que ouviram em suas andanças. “Artimanhas” conta duas histórias: AS ARTIMANHAS DO BACURIM e AS ARTIMANHAS DO BABAU. O espetáculo é regado de muita música e encanto, utilizando em cena recursos musicais, tais como as batidas dos tambores e o balanço do ganzá, refletindo o imaginário popular e a música percussiva. O espetáculo “Artimanhas” pretende oferecer às crianças momentos lúdicos com um espetáculo infantil que tem por base a contação de histórias de cordel, possibilitando a ampliação dos referenciais poético-literários e estimulando a leitura como experiência significativa para o conhecimento do mundo.

Matias, interpretado por Altemar Di Monteiro, é o brincalhão, o “garotão” que se acha o melhor dos três. É a representação da “gaiatice” do “Mateus”, personagem comum nas brincadeiras de reisado. Catarina, personagem de Edna Freire, tem como ponto de partida a “Catirina” do reisado, porém um pouco mais recatada. Já o José Manuel, vulgo “Zé Mané”, personagem de Jefferson Saldanha, é o mais apagado dos três, sempre tristonho, ele é motivo de graça para os outros dois, uma caracterização do palhaço “escada”, que dá o riso para o Arlequim. A interação desses três personagens permite que a brincadeira seja garantida.

FICHA TÉCNICA

TEXTO Criação Coletiva | DIREÇÃO Altemar Di Monteiro | MATIAS Altemar di Monteiro | CATARINA Edna Freire e Angélica de Freire | ZÉ MANÉ Jefferson Saldanha | OPERADOR DE SOM Henrique Gonzaga | FIGURINOS E CENÁRIO O Grupo | MAQUIAGEM Altemar Di Monteiro | PRODUÇÃO Altemar di Monteiro | REALIZAÇÃO Grupo Nóis de Teatro


 

O espetáculo passa na roça e aborda, com humor, o jeito particular de ser do povo do interior do Ceará, focando suas cenas em torno de uma família da roça e do cotidiano de um juiz de paz e suas deliberações. Essa obra de Martins Pena, pretende explorar uma série de situações em que transbordam a simplicidade e inocência do povo do interior.

Na comédia, o juiz de paz é um pequeno corrupto que usa a autoridade e inteligência para lidar com a absurda inocência dos roceiros, que lhe trazem os mais cômicos casos. Paralelamente a isso, Aninha e José amam-se e planejam casar em segredo, mas José, após seu plano de roubar um cavalo é capturado para tornar-se soldado na capital. Após algumas deliberações sobre as disputas locais entre os roceiros, o juiz ordena Manuel João, pai de Aninha, a levar José e manter-lhe em casa por um dia até levá-lo quartel no dia seguinte (ninguém sabe do amor do casal). A partir daí, a história releva múltiplas reviravoltas, cheias de graça e encanto, revelando o universo da gente pobre do interior em contraponto à corrupção e arrogância provindas da cidade grande.

FICHA TÉCNICA

ADAPTAÇÃO E DIREÇÃO Altemar Di Monteiro | ELENCO Edna Freire, Valne Lima, Angélica de Freire,  Jefferson Saldanha, Henrique Gonzaga, Kelly Enne Saldanha, Arleudo Xavier, Gleilton Silva, Iane Lima e Amanda Freire | MAQUIAGEM Altemar di Monteiro | FIGURINO Angélica de Freire, Kelly Enne Saldanha e Altemar di Monteiro | ADEREÇOS Valne Lima | OPERADOR DE SOM Altemar di Monteiro | MIXAGEM DE SOM E VOZ EM OFF Wagner Rodrigues | ILUMINAÇÃO Duda Lemos | CENÁRIO O Grupo | PRODUÇÃO Altemar di Monteiro


Clássico de Gil Vicente escrito em 1517, narra a saga de personagens mortas que esperam o julgamento que as levará a barca do céu ou do inferno. Um a um eles aproximam-se do Diabo, carregando o que na vida lhes pesou. Ao saber que a barca vai para o inferno ficam horrorizados e se dizem merecedores do Céu. Aproximam-se então do Anjo que os condena as profundezas por seus pecados. Escrito em versos rimados, fundindo poesia e teatro, fazendo com que o texto, cheio de ironia, trocadilhos, metáforas e ritmo, flua naturalmente. Faz parte da trilogia dos Autos da Barca (do Inferno, do Purgatório, do Céu). Sátira onde a caracterização cômica dos personagens permeia o burlesco, tratando de forma contundente a miséria humana, as prevaricações, o suborno, a corrupção, as glória prometidas por Deus na vida eterna, tal qual hoje nos deparamos com situações semelhantes.

FICHA TÉCNICA

DIREÇÃO Altemar Di Monteiro | ELENCO Henrique Gonzaga,  Angélica de Freire, Jefferson Saldanha, Altemar Di Monteiro, Edna Freire, Arleudo Xavier, Kelly Enne Saldanha, Nataly Rocha | CENÁRIO  Valne Lima | MIXAGEM DE SOM  Wagner Rodrigues | OPERAÇÃO DE SOM Valne Lima | ADEREÇOS, FIGURINO E MAQUIAGEM O Grupo




Álvaro e Carolina são casados há apenas sete meses. Depois de muitas brigas e confusões, muitos casos e descasos, ele discutem sobre sexo, amor e fidelidade colocando em questão a posição de cada um dentro da relação. Tudo acontece quando entra um personagem imaginário dentro da trama: Aderbal. Talvez ele seja o protagonista da cena, não se sabe. Ele é muito mencioonado, descrito, louvado mas não chega a aprecer em cena. Aderbal é o grande foco do problema da esquete. Talvez Aderbal seja “a grande questão” das relações amorosas...falar sobre Aderbal é falar do porque as coisas não dão certo.

FICHA TÉCNICA

TEXTO E DIREÇÃO Altemar Di Monteiro | CAROLINA Kelly Enne Saldanha | ÁLVARO JOSÉ Altemar Di Monteiro | SONOPLASTIA Jefferson Saldanha e Jean | ILUMINAÇÃO Duda Lemos | PRODUÇÃO Altemar Di Monteiro

0 comentários:

Postar um comentário